Festival Movimento Cidade reafirma sucesso, reúne mais de 30 mil pessoas e anuncia edição inédita ainda em 2026

Crédito imagem: lupa.ag



O Festival Movimento Cidade encerrou mais uma edição consolidando seu sucesso e reafirmando seu lugar como como o maior festival de artes do Espírito Santo. Realizado de 14 a 16 de agosto, na Prainha, em Vila Velha, o evento reuniu mais de 30 mil pessoas ao longo dos três dias e arrecadou mais de 6 toneladas de alimentos para ações sociais, a partir da entrada solidária. Durante três dias, a Prainha foi ocupada por música, audiovisual, artes visuais, dança,, esporte e experiências, em uma programação que reuniu diferentes públicos e linguagens artísticas. E o sucesso da edição não para por aí: a organização já confirmou uma novidade inédita na história do festival — haverá uma segunda edição do Movimento Cidade ainda em 2026. Batizado de Eclipse, a nova programação acontece nos dias 6 e 7 de novembro, no Parque Cultural Casa do Governador, em uma proposta especial de primavera. O line-up será divulgado em breve. 

Essa pluralidade também se refletiu no público. Além do Espírito Santo, o Movimento Cidade recebeu visitantes de mais de 10 estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Santa Catarina, Goiás, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. 

A edição também foi marcada por momentos especiais, como Rachel Reis dividindo o palco com João Gomes em um encontro inesperado, o Kannalha dançando hit de Beyonce , Zeca Pagodinho celebrando seus 40 anos de carreira em um show especial e Urias e Gaby Amarantos se emocionando durante suas apresentações. 

Além dos shows de artistas como Emicida, Gaby Amarantos, Marcelo D2, AJulliacosta, Budah - que recebeu Duquesa, MC Luanna e Lourena em um encontro de vozes femininas do rap e do R&B, - Urias o público circulou por diferentes espaços e experiências.

Na Tenda “Tudo é Divino”, a cultura popular capixaba ganhou destaque com apresentações de congo, capoeira, samba, forró e outras manifestações do folclore do Estado. O Cine Sesc manteve vivo o DNA audiovisual do festival com sessões de cinema durante os três dias. Já a NAV ampliou a experiência musical com DJs e projetos que ocuparam o espaço entre os shows.

Outra novidade desta edição foi o Deriva, que levou a música para lugares pouco convencionais. Com ativações em um barco e no Sagaz, carro em parceria com a Red Bull, o projeto espalhou DJs e pistas pela Prainha. 

Segundo a diretora-geral do Movimento Cidade, Luisa Costa, o festival mostrou em mais uma edição que sua experiência vai muito além dos shows.

“Mais uma vez, conseguimos realizar um festival que reúne pessoas diferentes, linguagens diferentes e experiências diferentes em um mesmo espaço. O Movimento Cidade é feito para provocar encontros e, quando vemos a Prainha ocupada por públicos tão diversos, vindos de diferentes lugares e com diferentes interesses, temos a certeza de que estamos cumprindo esse propósito. Encerramos esta edição muito felizes com o resultado e, principalmente, com tudo o que ainda podemos construir”, afirma.

Diversidade
A diversidade também esteve presente na curadoria, que reuniu diferentes gerações, gêneros, estilos e linguagens da música brasileira. Do samba ao rap, do piseiro ao pop, da música urbana às sonoridades regionais, o festival construiu uma programação que colocou lado a lado nomes consagrados e artistas que representam novas cenas da música nacional.

Mesmo com a grande circulação de pessoas durante os três dias, a organização registrou zero ocorrências, resultado que reforça o trabalho realizado pelas equipes envolvidas na produção, segurança, atendimento e operação do evento.

Para Leo Alves, fundador do Movimento Cidade, o resultado representa mais um capítulo da trajetória do festival, que se aproxima de uma marca histórica.

“Estamos chegando a um momento muito especial da nossa história. O Movimento Cidade está sempre crescendo, ocupando novos espaços e criando novas formas de encontro. Hoje, olhar para uma Prainha com pessoas de tantos lugares e perfis diferentes, mostra que conseguimos construir algo que pertence à cidade, mas que também ultrapassa as fronteiras do Espírito Santo. E ainda temos muita coisa para fazer”, destaca.

E tem mais Movimento Cidade em 2026
A próxima edição do Festival Movimento Cidade já está confirmada. E, desta vez, a organização prepara uma novidade inédita: o festival terá uma segunda edição ainda em 2026, antes da aguardada 10ª edição, prevista para 2027. Realizado nos dias seis e sete de novembro, no Parque Cultural Casa do Governador, a proposta é realizar uma edição especial de primavera, com uma experiência diferente das grandes edições tradicionais do festival. Segundo Luísa Costa, será uma edição diferente, um pouco mais intimista e experimental. 

A nona edição do Festival Movimento Cidade já está confirmada e chega com uma novidade inédita: antes da aguardada 10ª edição, prevista para 2027, o festival terá uma segunda edição ainda em 2026. Batizada de Eclipse, a programação acontece nos dias 6 e 7 de novembro, no Parque Cultural Casa do Governador, em uma proposta especial de primavera. A ideia é apostar em uma experiência mais intimista e experimental, diferente do formato das grandes edições tradicionais do Movimento Cidade. Segundo Luísa Costa, será um momento para explorar outras possibilidades e apresentar o festival sob uma nova perspectiva. 

Segundo a gestora e coordenadora artístico-cultural do Parque, Mirella Schena, a iniciativa amplia as possibilidades de diálogo entre diferentes cenas e linguagens e fortalece a conexão do espaço com a produção musical brasileira: 

"Receber novamente o Movimento Cidade no Parque Cultural Casa do Governador, desta vez em uma parceria inédita, com a correalização do festival Eclipse, é fundamental para nós. O Eclipse dialoga diretamente com a programação que já construímos no Parque: conecta diferentes linguagens artísticas e reafirma nosso propósito de valorizar e difundir nomes da música brasileira, promovendo ainda o intercâmbio entre a cena musical do Espírito Santo e a de outros estados. É assim, somando parcerias, que ampliamos repertório e público", explica. 

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