Prefeitura do Rio pede bloqueio de mansão de Renato Aragão por dívida de IPTU


A Prefeitura do Rio cobra na Justiça uma dívida de IPTU de R$ 548 mil referente à mansão de Renato Aragão, no Recreio dos Bandeirantes. O imóvel, segundo a coluna de Ancelmo Gois, está à venda por R$ 18 milhões.

RIO DE JANEIRO (RJ) / Pauta 1 - A Prefeitura do Rio entrou na Justiça para cobrar uma dívida de IPTU de R$ 548.283,69 referente à mansão do humorista Renato Aragão, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. A execução fiscal tramita na 12ª Vara da Fazenda Pública e envolve débitos acumulados entre 2021 e 2023.

As informações foram publicadas pelo jornalista Ancelmo Gois. Segundo a coluna, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) cobra parcelas pendentes do imposto. Cada cota mensal teria valor entre R$ 10 mil e R$ 11 mil.

Mesmo com a cobrança judicial em andamento, o imóvel está anunciado para venda por R$ 18 milhões. A mansão fica em uma das áreas mais valorizadas do Recreio dos Bandeirantes.

A Prefeitura do Rio entrou na Justiça para cobrar uma dívida de IPTU de R$ 548.283,69 referente à mansão do humorista Renato Aragão, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. A execução fiscal tramita na 12ª Vara da Fazenda Pública e envolve débitos acumulados entre 2021 e 2023.

Uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) revelou uma série de irregularidades no sistema de transporte rodoviário intermunicipal capixaba. O detalhamento das informações foi divulgado em reportagem do jornal A Gazeta.

O levantamento aponta problemas em empresas que operam linhas entre municípios do Estado, incluindo ônibus com idade acima do permitido, falhas em equipamentos obrigatórios e deficiência na fiscalização do sistema.

De acordo com o relatório, 11 das 15 empresas auditadas descumprem a norma estadual que determina que apenas 20% da frota pode ter mais de 13 anos de fabricação. Em alguns casos, as irregularidades chegam a atingir 100% dos veículos em circulação.

Entre as empresas citadas está a Viação Pretti, responsável por linhas importantes que atendem municípios como Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Itarana, Itaguaçu, Baixo Guandu e Colatina. Segundo a auditoria, 68% da frota da empresa opera acima da idade máxima permitida pela regulamentação estadual.

O TCE-ES também identificou ônibus circulando com cronotacógrafos vencidos ou irregulares — equipamento obrigatório responsável pelo registro de velocidade, distância percorrida e jornada dos motoristas. Na Viação Pretti, 16 veículos apresentaram problemas relacionados ao dispositivo.

A auditoria apontou ainda falhas no acompanhamento e fiscalização por parte dos órgãos responsáveis pelo transporte intermunicipal no Espírito Santo. Entre os problemas destacados estão ausência de controle eficiente da idade da frota, fragilidade nas inspeções e demora na realização da nova licitação do sistema.

Para moradores do interior capixaba, especialmente das cidades atendidas pela Pretti, o transporte rodoviário é essencial para deslocamentos diários relacionados a trabalho, estudos, saúde e acesso a serviços públicos. O relatório reacende discussões sobre segurança, conforto e qualidade do serviço oferecido à população.

Diante das irregularidades encontradas, o Tribunal determinou que a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) apresente um cronograma para a nova concessão do transporte intermunicipal e recomendou que a Ceturb-ES intensifique a fiscalização das empresas operadoras.

As empresas do setor alegam dificuldades financeiras para renovação da frota, citando aumento dos custos operacionais e redução no número de passageiros após a pandemia. Mesmo assim, o TCE-ES reforçou a necessidade de cumprimento das normas para garantir segurança e qualidade aos usuários do transporte público intermunicipal.

As informações foram publicadas pelo jornalista Ancelmo Gois. Segundo a coluna, a Procuradoria-Geral do Município (PGM) cobra parcelas pendentes do imposto. Cada cota mensal teria valor entre R$ 10 mil e R$ 11 mil.

Mesmo com a cobrança judicial em andamento, o imóvel está anunciado para venda por R$ 18 milhões. A mansão fica em uma das áreas mais valorizadas do Recreio dos Bandeirantes.

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